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HydroAI

Simulador de Barramento

Trace o eixo sobre o relevo e veja quanta água aquele vale guarda.

1 O eixo do barramento

Navegue até o local e clique no mapa para marcar a linha da barragem, de uma encosta à outra. Dois pontos bastam; mais pontos seguem a crista.

Nenhum eixo traçado.

Primeira vez aqui? — um vale a montante de Desterro, na Paraíba.

2 A barragem

Borda livre e vertedouro

A borda livre é a distância entre o coroamento e o NA máximo maximorum, e deve ser no mínimo de 1 m — ANA, Manual do Empreendedor sobre Segurança de Barragens, Volume VIII. É ela que impede o galgamento, que é a ruptura mais frequente em pequenas barragens de terra.

Geometria do maciço

Taludes em horizontal por vertical. Entram só no volume de aterro e no índice de eficiência do sítio.

lado automático

3 O terreno

Sem arquivo, o relevo vem do acervo público — SRTM de 30 m, bom para comparar sítios e grosseiro para dimensionar. Se você tem levantamento próprio, use-o.

O arquivo não sai deste computador. Ele é lido para a memória do navegador, usado no cálculo e descartado quando a aba fecha. Não há servidor para onde enviá-lo: este aplicativo é só arquivo estático.

Aceita TIFF e BigTIFF de até 10 GB, sem compressão ou com LZW, Deflate e PackBits, em coordenadas geográficas, UTM ou Web Mercator. Arquivo grande não é carregado inteiro: só as faixas de bytes que cobrem o entorno do eixo são lidas do disco.

4 Clima e bacia

Responde se o açude enche. Corrige as depressões do modelo e persegue o caminho da água célula a célula — leva alguns segundos a mais.

Como este simulador chega ao número

1. O relevo

O terreno vem dos AWS Terrain Tiles, o mesmo modelo público que o VisitePB usa para desenhar o relevo 3D das trilhas. No Brasil o dado por baixo é o SRTM de 30 metros, levantado em fevereiro de 2000.

2. As três cotas

A altura que você escolhe é contada do talvegue, o ponto mais baixo do terreno sob o eixo. Somando a altura a essa cota sai o coroamento, que é a crista da barragem.

A água não sobe até lá. Abaixo do coroamento fica a borda livre — no mínimo 1 m, pela ANA — e o NA máximo maximorum, que é o nível na cheia de projeto. Abaixo dele, a lâmina que verte sobre a soleira, e só então o NA máximo normal: o nível de operação, a cota da soleira do vertedouro. É nessa cota que o volume é medido. Calcular o volume na crista seria calcular a barragem no instante do galgamento — que é a forma mais frequente de ruptura de barragem de terra.

3. O espelho, por conectividade

Só entra no lago a célula que, estando abaixo do NA máximo normal, alcança o barramento sem atravessar terreno mais alto. É o que impede uma depressão a cinco quilômetros dali de entrar no volume. Num vale de teste, a soma ingênua de tudo que está abaixo da cota deu quatro vezes o volume real.

4. O volume

Integração por fatias, a mesma do gêmeo digital do HydroAI: para cada cota, a área é a contagem de células abaixo dela e o volume é a soma da lâmina sobre essas células.

O que este simulador não é

Atalhos

Seu próprio relevo

Se você tem levantamento próprio, envie o GeoTIFF no passo 3 e o cálculo passa a usá-lo no lugar do SRTM. Aceita arquivos de até 10 GB, e o arquivo não sai do seu computador: não existe servidor para onde ele pudesse ir. De um arquivo grande são lidas apenas as faixas de bytes que cobrem o entorno do eixo.

Sobre a incerteza

Um detalhe favorável: se o modelo inteiro estiver deslocado para cima ou para baixo, o volume não muda — a cota de coroamento se desloca junto e a lâmina continua a mesma. O que sobra é o erro aleatório, e é ele que a faixa de incerteza mostra.